Revista Brasileira de Geografia https://rbg.ibge.gov.br/index.php/rbg <p align="justify"><strong><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman';">Bem vindo à Revista Brasileira de Geografia (RBG), publicação científica semestral&nbsp;</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman';">do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</span></span></span></strong></p> <div style="background: none repeat scroll 0% 0% #00c6b9; width: 500px; margin-top: 10px; padding: 5px 10px; border-radius: 15px 15px 15px 15px;"><strong>RECEBIMENTO DE ARTIGOS</strong>: Fluxo contínuo.</div> pt-BR rbg@ibge.gov.br (Revista Brasileira de Geografia) bruno.hidalgo@ibge.gov.br (Bruno Dantas Hidalgo) Seg, 16 Abr 2018 13:47:14 -0300 OJS 3.1.1.0 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 Editorial https://rbg.ibge.gov.br/index.php/rbg/article/view/141 Adma Hamam de Figueiredo, Sandro Dutra e Silva, Stephen Bell ##submission.copyrightStatement## https://rbg.ibge.gov.br/index.php/rbg/article/view/141 Seg, 16 Abr 2018 13:07:59 -0300 Nas trilhas de Leo Waibel: pesquisas alemãs de geografia humana do Brasil - de Heidelberg a Tübingen (1950-2005) https://rbg.ibge.gov.br/index.php/rbg/article/view/138 <p>A cooperação entre a geografia alemã e brasileira, aspirada por Waibel, foi iniciada em 1950 por seu aluno Pfeifer que ampliou consideravelmente a temática das pesquisas da geografia econômica e regional sobre o Brasil na Universidade de&nbsp; Heidelberg. Kohlhepp, colaborador de Pfeifer iniciou então os estudos sobre geografia industrial e agrária no sul do Brasil. A partir de 1972, Kohlhepp atuava em Frankfurt fundando no Instituto de Geografia em Tübingen, a partir de 1978, o Centro de Pesquisas sobre a América Latina (CPAL) com enfoque no Brasil e com estreita cooperação bilateral. Os projetos de pesquisa na Amazônia,&nbsp; no Brasil Central, no Sudeste e Sul trataram de temas como a colonização agrária, frentes pioneiras e desenvolvimento regional, mudança da estrutura agrária, globalização, regionalização, mega projetos, desenvolvimento urbano nas cidades pioneiras e metrópoles como também problemas de meio ambiente. Kohlhepp como professor emérito em 2005 e Coy atendendo convite para atuar em&nbsp; Innsbruck (Austria), as pesquisas da geografia humana sobre o Brasil terminaram em Tübingen, sendo hoje levadas adiante por outros Institutos.&nbsp;&nbsp;</p> Gerd Kohlhepp ##submission.copyrightStatement## https://rbg.ibge.gov.br/index.php/rbg/article/view/138 Seg, 16 Abr 2018 10:32:21 -0300 A expansão do estrato geológico urbano (arqueosfera) no leste do Estado de São Paulo: a relação entre História, Geografia, Geologia e Arqueologia no Antropoceno https://rbg.ibge.gov.br/index.php/rbg/article/view/131 <p>O estudo do processo de formação do estrato geológico antropogênico, ou arqueosfera, decorrente da urbanização na porção oriental do Estado de São Paulo, desde o século XVI até hoje, possibilita discutir em uma perspectiva de longa duração a relação entre a apropriação do território e os condicionantes naturais geológicos, geomorfológicos e hidrográficos, posicionando tal reflexão, que envolve a História, a Geografia, a Geologia e a Arqueologia, no debate atual sobre o Antropoceno – a “época geológica humana”.&nbsp;&nbsp;</p> Alex Peloggia, Any Marise Ortega, Matthew Edgeworth, Rodolfo Alvez Luz ##submission.copyrightStatement## https://rbg.ibge.gov.br/index.php/rbg/article/view/131 Seg, 16 Abr 2018 10:49:06 -0300 La historiografia ambiental en la República Argentina https://rbg.ibge.gov.br/index.php/rbg/article/view/135 <p>Con motivo de realizarse la III Escuela de Posgraduación de la Sociedad Latinoameriana y del Caribe de Historia Ambiental (SOLCHA) en la Universidad Unievangélica (Goias-Brasil), y en ocasión de participar en la mesa redonda sobre Impactos de la Historiografía Ambiental en la Disciplina Histórica en América Latina, se presenta en este dossier, un trabajo sobre la historiografía ambiental en Argentina, donde se reseñan las principales actividades académicas realizadas en torno al ambiente en las Universidades y Centros de investigación públicos argentinos en los últimos años. Se organiza el artículo por regiones geográficas (Noroeste, Noreste, Cuyo, Patagonia y Pampeana y Metropolitana de Buenos Aires), autores e instituciones y se realiza una reseña de los aportes académicos en la disciplina.</p> Marina Miraglia ##submission.copyrightStatement## https://rbg.ibge.gov.br/index.php/rbg/article/view/135 Seg, 16 Abr 2018 10:39:37 -0300 Território da mineração: uma contribuição teórica https://rbg.ibge.gov.br/index.php/rbg/article/view/132 <p>O território da mineração no Brasil ganhou destaque com o desastre de 5 de novembro de 2015, desencadeado pelo rompimento da barragem da Samarco Mineração, na bacia do Rio Doce. Os eventos fizeram emergir a existência do complexo minero-metalúrgico e os riscos, principalmente para populações mais frágeis (comunidades rurais negras e mestiças, indígenas, ribeirinhos pobres, agricultores e pescadores). O artigo examina a questão pelo conceito de <em>envirotechnical</em> de Sara Pritchard, historiadora ambiental. A definição de espaço geográfico proposta por Milton Santos foi ampliada pela introdução dos conceitos de biocultura, território e multiterritorialidade. A combinação dos conceitos possibilitou considerar as heterogeneidades socioespaciais e ecossistêmicas, de modo a fazer emergir o cerne do fenômeno criado pela presença do complexo minerador: as contradições como relacionalidades marcadas pelo poder.</p> Haruf Salmen Espindola, Natália Moreira Ferreira, Iesmy Elisa Gomes Mifarreg ##submission.copyrightStatement## https://rbg.ibge.gov.br/index.php/rbg/article/view/132 Seg, 16 Abr 2018 10:44:33 -0300 Análise histórica do uso da terra em Antropogeomorfologia: alguns exemplos paulistas https://rbg.ibge.gov.br/index.php/rbg/article/view/130 <p>Com a intensa modificação do ambiente e consequentemente do modelado do relevo, constata-se o surgimento da antropogeomorfologia, na qual se insere dados históricos de uso da terra à análise do relevo, visando o entendimento das formas e processos geomorfológicos sob as condições atuais de alteração antrópica. Neste artigo objetiva-se demonstrar a importância dessa análise para identificar alterações nas dinâmicas reconhecidas pela ciência geomorfológica. Essa perspectiva exigiu uma revisão dos princípios clássicos da Teoria Geral dos Sistemas; de noções de incerteza, complexidade e não linearidade; e a análise de estudos de caso em áreas urbanas, rurais e de mineração. Conclui-se que os dados históricos permitem levantar hipóteses sobre a possível dinâmica desses ambientes alterados, contribuindo para reduzir o grau de incerteza.</p> Estêvão Botura Stefanuto, Felipe Augusto Scudeller Zanatta, Cenira Maria Lupinacci ##submission.copyrightStatement## https://rbg.ibge.gov.br/index.php/rbg/article/view/130 Seg, 16 Abr 2018 10:50:04 -0300 Patrimônio cultural e geologia do Quadrilátero Ferrífero https://rbg.ibge.gov.br/index.php/rbg/article/view/119 <p>O uso inovador do patrimônio histórico cultural pode representar importante componente do crescimento econômico e da geração de empregos, da coesão social e da sustentabilidade ambiental de um país. Pode-se estimular a inovação na relação da população com os bens culturais materiais e imateriais, propondo novas maneiras de interligar o patrimônio cultural e outros componentes como a geografia física e a geologia, entre muitas possibilidades. Uma forma de enriquecer as pesquisas sobre patrimônio cultural e sobre geociências poderia ser a utilização do patrimônio histórico edificado como recurso nos estudos de geologia. No Brasil, pode servir de exemplo para essas possibilidades o Quadrilátero Ferrífero, região de grande importância histórica e econômica devido a seus recursos minerais, como ouro, ferro e pedra-sabão.</p> Ana Maria Goulart Bustamante, Sidney Ribeiro Gonzalez ##submission.copyrightStatement## https://rbg.ibge.gov.br/index.php/rbg/article/view/119 Seg, 16 Abr 2018 10:52:53 -0300 Avaliação da fragilidade emergente na bacia do rio São Mateus e o enquadramento da APA de Conceição da Barra (ES) https://rbg.ibge.gov.br/index.php/rbg/article/view/120 <p>O trabalho que ora se apresenta consiste no mapeamento das classes de fragilidade ambiental emergente da bacia do rio São Mateus, abrangendo terras dos municípios de Ecoporanga, Ponto Belo, Boa Esperança, Vila Pavão, Água Doce do Norte, Barra de São Francisco, Mantenópolis, Nova Venécia, Jaguaré, Conceição da Barra e São Mateus. Tais classes de fragilidade foram extraídas a partir da modelagem em ambiente de SIG utilizando ainda produtos, técnicas de sensoriamento remoto e validação do mapeamento com base em registros documentais, fotográficos e trabalhos de campo. Buscou-se também inserir a APA de Conceição da Barra no mapa de fragilidade ambiental para verificar o nível de fragilidade em que a mesma se encontra. Os resultados permitiram delimitar e calcular as áreas em graus e percentuais de fragilidade, comprovando sua eficiência nos registros e dados obtidos no campo. Tal metodologia possibilitou delimitação de outras áreas de bacias hidrográficas, municípios e regiões do Brasil, constituindo-se numa importante informação no auxílio das tomadas de decisões a exemplo dos planos de drenagem urbana e/ou manejo de bacias hidrográficas.</p> Carlos Alberto Kuster Pinheiro, Claudia Câmara Vale, André Luiz Nascentes Coelho ##submission.copyrightStatement## https://rbg.ibge.gov.br/index.php/rbg/article/view/120 Seg, 16 Abr 2018 10:51:44 -0300