https://rbg.ibge.gov.br/index.php/rbg/issue/feed Revista Brasileira de Geografia 2018-08-31T09:55:30-03:00 Revista Brasileira de Geografia rbg@ibge.gov.br Open Journal Systems <p align="justify"><strong><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman';">Bem vindo à Revista Brasileira de Geografia (RBG), publicação científica semestral&nbsp;</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman';">do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</span></span></span></strong></p> <div style="background: none repeat scroll 0% 0% #00c6b9; width: 500px; margin-top: 10px; padding: 5px 10px; border-radius: 15px 15px 15px 15px;"><strong>RECEBIMENTO DE ARTIGOS</strong>: Fluxo contínuo.</div> https://rbg.ibge.gov.br/index.php/rbg/article/view/194 Editorial v. 63, n. 1 2018-08-31T09:54:49-03:00 Diogo de Carvalho Cabral diogo.cabral@ibge.gov.br Guilherme Borges Fernandez guilhermefernandez@id.uff.br 2018-08-30T15:26:16-03:00 ##submission.copyrightStatement## https://rbg.ibge.gov.br/index.php/rbg/article/view/188 Perspectivas geográficas nas transformações do litoral brasileiro pela energia eólica 2018-08-31T09:54:50-03:00 Christian Brannstrom cbrannst@geos.tamu.edu Adryane Gorayeb adryanegorayeb@yahoo.com.br Wallason Farias de Souza wallasonfarias@alu.ufc.br Nicolly Santos Leite nicollyleite2@gmail.com Leilane Oliveira Chaves leilane_chaves@hotmail.com Rodrigo Guimarães rodrigo.ufc@gmail.com Dweynny Rodrigues Filgueira Gê dweynny@yahoo.com.br <p>A implantação da energia eólica está transformando as condições socioambientais no litoral brasileiro, especialmente no Nordeste.&nbsp; Para aprofundar o tema, usamos análise espacial em Sistema de Informação Geográfico - SIG para demonstrar que quase 50% dos aerogeradores do Rio Grande do Norte e do Ceará estão localizados em até 5 km de distância da costa.&nbsp; Através de estudo de campo em seis casos específicos, demonstramos por quê existem conflitos entre as comunidades e os empreendimentos e, por outro lado, quais os principais fatores que causam boas relações entre as empresas de energia e as comunidades.</p> 2018-08-30T14:56:48-03:00 ##submission.copyrightStatement## https://rbg.ibge.gov.br/index.php/rbg/article/view/190 A geomorfologia costeira e seu desdobramento para a geografia costeira e marinha 2018-08-31T09:54:51-03:00 Dieter Muehe dieter.muehe@gmail.com <p>A pesquisa geomorfológica costeira, no Brasil, vem crescendo de forma consistente e acelerada durante os últimos 80 anos, ajustando suas técnicas de pesquisa aos enormes avanços tecnológicos. O presente artigo analisa esta evolução, com foco nas principais linhas de pesquisa, ressaltando a participação de geógrafos, notadamente de geomorfólogos-geógrafos nesse desenvolvimento, além da evolução da própria Geografia, no sentido de ampliar o escopo da geomorfologia stricto sensu com vistas a integrá-la com aspectos socioeconômicos transitando, por fim, para a Geografia Costeira e a Geografia Marinha.</p> 2018-08-30T14:57:41-03:00 ##submission.copyrightStatement## https://rbg.ibge.gov.br/index.php/rbg/article/view/186 Mares e oceanos: novas fronteiras da regulação territorial? 2018-08-31T09:54:52-03:00 Gisela Pires do Rio gpiresdorio@gmail.com <p>Os espaços marítimos ganharam relevância no período atual pela importância dos transportes e telecomunicações, potencial de recursos que abriga, pelo papel que desempenham na dinâmica da circulação atmosférica ou ainda pela diversidade de ecossistemas e espécies que abrigam. São espaços cobiçados e disputados e, por isso, objeto de regulação em diferentes esferas. Como espaço privilegiado da globalização, os espaços marítimos suscitam indagações sobre as diferentes formas de regulação das atividades econômicas e das distintas zonas que lhes assegura a efetiva realização. Este trabalho consiste em primeira aproximação sobre esta fronteira de regulação em sua interface com a terra no Brasil. Empregou-se as noções de maritimidade e litoralidade como base da discussão efetuada.</p> 2018-08-30T13:30:20-03:00 ##submission.copyrightStatement## https://rbg.ibge.gov.br/index.php/rbg/article/view/191 Desafios da gestão costeira integrada da Região dos Lagos (RJ): uma análise baseada na vulnerabilidade costeira e nos serviços ecossistêmicos da geodiversidade 2018-08-31T09:54:52-03:00 Flavia Lins-de-Barros flaviamlb@gmail.com Kátia Leite Mansur katia@geologia.ufrj.br <p>O presente trabalho propõe apontar os principais desafios para a gestão costeira da Região dos Lagos (RJ) tendo como conceitos norteadores a vulnerabilidade costeira integrada e os serviços ecossistêmicos da geodiversidade. Através dessa abordagem, foi possível identificar e destacar os principais problemas da zona costeira da região, em especial a erosão costeira e os efeitos das ressacas, a pressão urbana e turística nos ecossistemas costeiros, a fragilidade econômica dos municípios, e as ameaças à geodiversidade. Espera-se, com a análise espacial desses problemas, contribuir para a melhor gestão costeira integrada e para a conservação ambiental da região.</p> 2018-08-30T15:05:19-03:00 ##submission.copyrightStatement## https://rbg.ibge.gov.br/index.php/rbg/article/view/192 A ecologia política da Costa Fluminense: um estudo etnográfico longitudinal da pesca, turismo e desenvolvimento industrial na baía de Sepetiba 2018-08-31T09:54:53-03:00 Scott William Hoefle scotthoefle@hotmail.com <p>Uma abordagem da ecologia política crítica global é usada num estudo etnográfico longitudinal envolvendo décadas de pesquisa sobre mudança no relacionamento entre pesca, turismo e desenvolvimento urbano-industrial na costa fluminense. A expansão de grandes projetos industriais e da área edificada da região metropolitana do Rio de Janeiro trouxe grandes transformações socioambientais que, ora criaram ameaças à pesca, ora abriram novas oportunidades multifuncionais e também introduziram atividades justapostas que não interferem com a vida da população local. À medida que os estoques pesqueiros diminuíam devido ao uso de métodos predatórios no setor empresarial e à crescente poluição urbano-industrial nas últimas décadas, a pequena pesca de baias e de lagunas entrou em declínio a leste e sudoeste da região metropolitana. O turismo aumentou, mas contribuiu pouco para agregar valor aos modos de vida multifuncionais. Consequentemente, somente uma pequena parcela dos pescadores se beneficiou e permaneceu nas ilhas e restingas enquanto a grande maioria foi morar em bairros populares dos centros urbanos no continente.</p> 2018-08-30T15:13:28-03:00 ##submission.copyrightStatement## https://rbg.ibge.gov.br/index.php/rbg/article/view/185 O negligenciado Cerrado paulista 2018-08-31T09:54:54-03:00 Rodrigo Antonio de Agostinho Mendonça rodrigo@rodrigoagostinho.com.br Carla Gheler Costa cgheler@gmail.com <p>O Cerrado é um dos maiores biomas brasileiros e uma das savanas mais ricas e ameaçadas do mundo, e no estado de São Paulo cobria originalmente cerca de 14% do território estadual em um domínio que chegava a 33%. Uma avaliação histórica mostra que de 1962 a 2001 foram perdidos 88,5% do Cerrado paulista, correspondendo a cerca de 1.625.229 hectares de vegetação. As unidades de conservação (UC) detêm apenas 0,51% do Cerrado original do estado, sendo as UCs uma estratégia relevante e urgente para manutenção da biodiversidade deste bioma no estado. Neste sentido foi realizado uma análise crítica da situação do bioma em São Paulo, das políticas públicas existentes e da representatividade das unidades de conservação existentes. Recomenda-se desta forma urgência ao poder público na definição de estratégias de conservação.</p> 2018-08-30T10:17:35-03:00 ##submission.copyrightStatement##